27 milhões de brasileiros são escravos do Estado

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por Stephen Kanitz 

Devido à crise gerada pelo Partido dos Trabalhadores, nunca tantos caíram para seus níveis de mera subsistência, especialmente no Nordeste seu maior eleitorado.

O salário mínimo é o nível de renda calculado pelo Ministério da Economia que garantiria pelo menos a subsistência da família brasileira.

Ter 27 milhões de brasileiros que conseguem produzir somente o necessário para a sua subsistência é um sério problema de Administração Responsável das Nações.

Todos deveriam produzir mais um pouquinho, gerando riqueza para os demais.

Por isso lutamos pelo aumento da produtividade, da administração eficiente, única solução permanente para a desiguladade criada pelo Estado.

São pessoas que acabam não contribuindo economicamente para a sociedade, o que é um sério problema social, reduzindo a autoestima do ser humano.

Só conseguem produzir para si, e olhe lá. Ou seja, como dois milhões de anos atrás – o homem pré-histórico.

Sempre teremos uma pequena parcela assim, mas termos quase 30% da nossa força de trabalho nessas condições é demais.

A questão, ignorada pela Esquerda e pela Direita no Brasil, é que esses 27 milhões produzem SIM muito mais do que o salário mínimo de subsistência.

Um casal ganha, antes dos impostos, R$ 4.000,00 por mês considerado necessário pelo próprio DIEESE.

Mas não é o livre mercado que retira riqueza dos trabalhadores, são os Estatistas.

Nosso trabalhador produz quase o dobro disso, mas não usufrui.

Por que os pobres são taxados na média em 45% da sua renda, pelo Estado?

Os que ganham salário mínimo produzem SIM muito mais do que seus níveis de subsistência, mas é o Estado e os Estatizantes que lutam por isso, que se apropriam dessa riqueza gerada.

Quem se beneficia da riqueza gerada por estes 27 milhões de brasileiros são os professores de universidades públicas, os que querem a volta da Lei Rouanet, os 25 assessores de deputados federais, etc… etc… etc…

Quem é de Direita não quer nada disso, concordo que por razões egoísticas.

Comércio, Corretoras de Investimento, o setor de Construção Civil, eu, todos nós queremos consumidores que comprem os nossos produtos.

Aquilo que nós produzimos além das nossas necessidades básicas, trocando-os com aquilo que esses 27 milhões poderiam estar comprando de nós, se não fossem escravos.

Nunca tivemos tantos escravos no Brasil, 18 vezes mais do que em 1872.

E o livro do Laurentino Gomes sequer trata disso no seu livro “Escravidão”. Por quê?

Taxar quem ganha salário de subsistência é um crime contra a humanidade.

O Estado sabe exatamente quanto cada um paga de impostos, basta somar os CPFs das notas fiscais.

Devolvam já a mais valia tirada dos que ganham salário mínimo.

“Mas aí não atingiremos a meta de superávit Primário.”

Reduzam as despesas, no mesmo montante.

Devolver a quem ganha salário mínimo os impostos indiretos que esses 27 milhões são obrigados a pagar é simplesmente um problema administrativo, basta montar um sistema para isso.

Um ou outro imposto no início não será devolvido, mas isso não é desculpa para postergar.

Hoje, nada disso nem é discutido.

Nem por Partidos como o Novo nem por partidos como o PSDB e PT, no poder há 24 anos.

Uma vergonha intelectual, um crime contra a humanidade e nossos 27 milhões de escravos, que nem sabem disso.

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